Posto do Alto Rolantinho cria o "Grupo da Juventude Acumulada" e alegra as tardes na comunidade

O Posto da localidade do Alto Rolantinho realiza diversas atividades diferentes, que vão além do atendimento técnico dos profissionais da área da saúde para a comunidade local. Existem grupos de caminhada, hipertensos, artesanato e, recentemente, foi criado o Grupo da Juventude Acumulada.
O grupo tem como objetivo reunir as pessoas para uma tarde de música, carteado, roda de chimarrão, tricô, crochê ou realizar qualquer atividade que saibam fazer e que lhes dê prazer.
A ideia surgiu de uma conversa com o professor aposentado e escritor Nelso Mazzurana, que foi muito bem recebida pela enfermeira coordenadora do Posto de Saúde, Glécia Linden.
Foi firmada a parceria entre Mazzurana, Valdemar Flesch (Tio Valdinho) e o posto, através da enfermeira Glécia e da agente comunitária de saúde Mara Wallauer. Os demais agentes de saúde da equipe de Estratégia de Saúde da Família da localidade, Elvis Alves, Rejane de Moura e Luciane Pinheiro, uniram-se ao grupo para colocar a ideia em prática, convidando a comunidade, de casa em casa, para participar da atividade.
Foram realizados dois encontros, o primeiro no dia 8 de novembro e o segundo no último dia 22, na Associação de Moradores do Alto Rolantinho. Os próximos encontros já estão marcados para os dias 6 e 20 de dezembro, no Salão Paroquial Santa Terezinha, a partir das 14h30.
Quem quiser participar do Grupo da Juventude Acumulada basta levar seu chimarrão, pipoca, baralho, instrumento musical que goste de tocar, tricô, croché ou qualquer outra atividade que queira realizar, além de muita vontade de sorrir e se divertir.
"Nosso trabalho não é apenas tratar doenças, medicar. Queremos é evitar que a comunidade fique doente, proporcionar momentos de alegria e diversão para estas pessoas que precisam de atenção e carinho. É lindo ver a alegria dos integrantes deste grupo, cujo principal objetivo é prevenir uma doença silenciosa, mas muito fácil de se instalar em qualquer pessoa: a depressão. Esta é uma doença bem comum atualmente, que afeta pessoas de qualquer faixa etária e, com bastante frequência, os idosos", comenta a enfermeira Glécia.

Foto: Glécia Linden

























 

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